Chico Pinheiro revela diagnóstico de câncer no intestino: ‘Passei dias na UTI’
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“Não era chorar de medo nem de nada. Era perceber as pessoas que, na correria, você não vê, né? Pessoas sofrendo com a doença. E eu dizia assim: ‘calma aí, você vai passar’. Às vezes não vai, mas a gente fala: ‘você vai passar’. Você entra no hospital como doente. Agora, para virar paciente, tem que exercitar a paciência para os médicos poderem tra
O jornalista Chico Pinheiro, de 72 anos, revelou publicamente que foi diagnosticado com câncer no intestino. A declaração aconteceu durante uma conversa com Zeca Baleiro, quando decidiu compartilhar pela primeira vez detalhes sobre o período delicado que enfrentou recentemente.
Durante a entrevista, Chico explicou que a doença foi descoberta ainda em estágio inicial, o que fez com que a cirurgia parecesse simples no começo. Segundo ele, a expectativa era de uma recuperação rápida, com alta poucos dias após o procedimento. No entanto, complicações surgiram no pós-operatório, fazendo com que ele permanecesse internado por mais tempo e passasse vários dias na UTI.
“Agora eu vou contar uma coisa aqui que eu não estava disposto a falar dela, mas é inevitável, porque eu vou puxar uma música sua. Eu passei um mês e pouco internado, fazendo cirurgia, descobri um câncer no intestino.”
O apresentador também contou que, durante esse período, encontrou conforto nas músicas de Zeca Baleiro. Ele revelou que ouviu repetidamente a canção À Flor da Pele enquanto estava hospitalizado, emocionando-se diversas vezes. Chico explicou que o choro não estava ligado ao medo da doença, mas à sensibilidade despertada ao observar o sofrimento de outros pacientes e refletir sobre a vida em meio à rotina acelerada.
“A princípio, a cirurgia era relativamente fácil, porque estava bem no começo, e seria feita em um dia. Três dias depois, eu iria para casa. Só que teve uma complicação posterior (…) e eu passei uns belos dias na UTI. E a coisa mais presente na minha cabeça era você cantando. Ouvi você cantar uma música o tempo todo. Ouvia e chorava.”
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